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<rss version="2.0"><channel><description>Um laboratório, uma das minhas casas, um lugar a mais, um cantinho no ciberespaço.

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rodrigosavazoni@gmail.com </description><title>Savazoni Life Lab</title><generator>Tumblr (3.0; @savazoni)</generator><link>http://savazoni.tumblr.com/</link><item><title>Sampler Augusto de Campos 1</title><description>&lt;p&gt;Não. Nem o MANIFESTO ANTROPÓFAGO nem a REVISTA DE ANTROPOFAGIA se parecem com os seus antecessores picabianos, por mais que os bandeirinhas da nossa crítica judicativa queiram pilhar Oswald em impedimento. Como diz Décio Pignatari: “Toda vez que vem à tona, o cadáver de Oswald de Andrade assusta. E sempre aparece um prático audaz disposto a conjurar o cachopo minaz.” Mas como observou Benedito Nunes, na lúcida série de artigos &lt;i&gt;O Modernismo e as Vanguardas (Acerca do Canibalismo Literário)&lt;/i&gt;, em que pulveriza o auto-de-fé de um dos martins-pescadores da nossa crítica literária, que tentava reduzir mecanicamente as matrizes do “canibal” dada-futurista a “antropofagia” brasileira: “a imagem do canibal estava no ar. Por isso quem se aventure a estabelecer os antecedentes literários privilegiados que ela teve, será obrigado a recuar de autor, indefinidamente.” O próprio Benedito Nunes cita, como exemplo, Alfred Jarry e os &lt;i&gt;Almanaques do Père Ubu&lt;/i&gt;, “um dos quais registra guloseimas para os &lt;i&gt;amateurs anthropophages&lt;/i&gt;”. Do mesmo Jarry, eu lembraria um texto talvez ainda mais explícito: o artigo &lt;i&gt;Anthropophagie&lt;/i&gt;, que é de 1902, e do qual extraí uma das epígrafes deste estudo. Depois de analisar as dimensões da Antropofagia na concepção de Oswald de Andrade, assim conclui Benedito Nunes: “A imagem oswaldiana do antropófago e o conceito respectivo de assimilação subordinam-se, portanto, a uma forma de concepção que os vários canibalismos literários da época reunidos não podem preencher.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Oswald, de resto, clarificando o seu pensamento, distinguiu, em &lt;i&gt;A Crise da Filosofia Messiânica&lt;/i&gt;, a antropofagia ritual do mero canibalismo (antropofagia por gula ou fome): “A antropofagia ritual é assimilada por Homero entre os gregos e segundo a documentação do escritor argentino Blanco Villalta, foi encontrada na América entre os povos que haviam atingido uma elevada cultura - Asteca, Maias, Incas. Na expressão de Colombo, &lt;i&gt;comian los hombres&lt;/i&gt;. Não o faziam porém, por gula ou por fome. Tratava-se de um rito que, encontrado também nas outras partes do globo, dá a idéia de exprimir um modo de pensar, uma visão do mundo, que caracterizou certa fase primitiva de toda a humanidade. Considerada assim, como &lt;i&gt;weltanschauung&lt;/i&gt;, mal se presta à interpretação materialista e imoral que dela fizeram os jesuítas e colonizadores. Antes pertence como ato religioso ao rico mundo espiritual do homem primitivo. Contrapõe-se, em seu sentido harmônico e comuniaI, ao canibalismo que vem a ser a antropofagia por gula e também a antropofagia por fome, conhecida através da crônica das cidades sitiadas e dos viajantes perdidos. A operação metafísica que se liga ao rito antropofágico é a da transformação do tabu em totem. Do valor oposto, ao valor favorável. A vida é devoração pura. Nesse devorar que ameaça a cada minuto a existência humana, cabe ao homem totemizar o tabu.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em matéria de precursões, mais intrigante é constatar que a poesia “antropófaga”, na base do Indianismo às avessas idealizado por Oswald já a praticava, em temas e formas, cinqüenta anos antes, um outro Sousa Andrade - o maranhense Sousândrade -, que no Canto II do &lt;i&gt;Guesa&lt;/i&gt; (1874) tem coisas como esta:&lt;br/&gt; (Antropófago HUMÁUA a grandes brados)&lt;br/&gt; - Sonhos, flores e frutos,&lt;br/&gt; Chamas do &lt;i&gt;urucari&lt;/i&gt;! &lt;br/&gt; Já se fez &lt;i&gt;cai-a-ré&lt;/i&gt;, &lt;br/&gt; Jacaré! &lt;br/&gt; Viva Jurupari! (Escuridão. Silêncio) &lt;br/&gt; A observação não escapou a Edgard Cavalheiro, que intitulou um seu artigo sobre Sousândrade, de 1957: &lt;i&gt;O Antropófago do Romantismo&lt;/i&gt;. O que vem confirmar a vocação autônoma da antropofagia brasileira - a sua congenialidade, como diria Antonio Candido - relativamente às concepções européias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sousândrade. Eis aí um autêntico precursor. Isso, sem esquecer o conselho de Borges: “No vocabulário crítico, a palavra precursor é indispensável, mas teríamos de purificá-la de toda a conotação polêmica ou de rivalidade. A verdade é que cada escritor cria os seus precursores. A sua obra modifica a nossa concepção do passado, como há de modificar o futuro.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;i&gt;A Marcha das Utopias&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;A Crise da Filosofia Messiânica&lt;/i&gt;, na década de 50, Oswald procura dar mais consistência às suas idéias em torno da Antropofagia, vista como “uma filosofia do primitivo tecnizado”. Fundindo observações colhidas em vários autores, mas principalmente em Montaigne (“De Canibalis”), Nietzsche, Marx e Freud, redimensionados pelas teses de Bachofen sobre o Matriarcado, cria a sua própria Utopia de caráter social (“No fundo de cada Utopia não há somente um sonho, há também um protesto”).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imaginava o poeta que as sociedades primitivas seriam capazes de oferecer modelos de comportamento social mais adequado à reintegração do homem no pleno gozo do ócio a ser propiciado pela civilização tecnológica. Para Oswald, o ócio a que todo homem teria direito fora desapropriado pelos poderosos e se perdera entre o sacerdócio (ócio sagrado) e o negócio (negação do ócio). Para recuperá-lo, propunha a incorporação do homem natural, livre das repressões da sociedade civilizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A formulação essencial do homem como problema e como realidade era capsulada neste esquema dialético: 1.º termo: tese - o homem natural; 2.º termo: antítese - o homem civilizado; 3.º termo: síntese - o homem natural tecnizado. A humanidade teria estagnado no segundo estágio, que constitui a negação do próprio ser humano, e no qual fora precipitada pela cultura “messiânica”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra a cultura “messiânica”, repressiva, fundada na autoridade paterna, na propriedade privada e no Estado, advogava a cultura “antropofágica”, correspondente à sociedade matriarcal e sem classes, ou sem Estado, que deveria surgir, com o progresso tecnológico, para a devolução do homem à liberdade original, numa nova Idade de Ouro. Conotação importante derivada do conceito de “antropofagia” oswaldiano é a idéia da “devoração cultural” das técnicas e informações dos países superdesenvolvidos, para reelaborá-las com autonomia, convertendo-as em “produto de exportação” (da mesma forma que o antropófago devorava o inimigo para adquirir as suas qualidades). Atitude crítica, posta em prática por Oswald, que se alimentou da cultura européia para gerar suas próprias e desconcertantes criações, contestadoras dessa mesma cultura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo somado, o grande pecado de Oswald parece mesmo o de ter escrito em português. Tivesse ele escrito em inglês ou francês, quem sabe até em espanhol, e a sua Antropofagia já teria sido entronizada na constelação de idéias de pensadores tão originais e inortodoxos como McLuhan, Buckminster Fuller (&lt;i&gt;Utopia or Oblivion&lt;/i&gt; - a utopia tecnológica - mais uma contribuição para a marcha das utopias?), John Cage (&lt;i&gt;Diário: Como melhorar o mundo&lt;/i&gt;) ou Norman O. Brown, que em &lt;i&gt;Love’s Body&lt;/i&gt; (1966) ressuscita os temas do canibalismo freudiano e do matriarcado de Bachofen. Pensadores da América, todos eles, por sinal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Antropofagia, que - como disse Oswald - “salvou o sentido do modernismo”, é também a única filosofia original brasileira e, sob alguns aspectos, o mais radical dos movimentos artísticos que produzimos. Por isso é da maior importância que se ilumine o “caminho percorrido”, no qual a REVISTA DE ANTROPOFAGIA é etapa indispensável. Ilhado pela ignorância e pela incompreensão, Oswald parecia ter perdido a batalha. “Venceu o sistema de Babilônia e o garção de costeleta”, chegou a escrever. Mas ele ressuscitou, nos últimos anos, para nutrir o impulso das novas gerações. Tabu até ontem, hoje totem. No necessário banquete totêmico não devemos, porém, comemorar, mas comer a revista. Como ele queria. SOMOS ANTROPÓFAGOS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São Paulo, 1975.&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/89776299</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/89776299</guid><pubDate>Wed, 25 Mar 2009 16:53:45 -0300</pubDate></item><item><title>Sampler Bucci 1</title><description>&lt;p&gt;“Diante disso, como escrever a história da televisão no Brasil? Mais ainda: como escrever a História do Brasil a partir do período em que os fatos passaram a ser mediados pela televisão? Como reavaliar a história que as novas gerações conseguem reter em suas retinas, em sua memória humana, se não há documentos que sirvam de comprovação dessa história para as gerações futuras? Se não teremos cópias em vídeo de tudo o que os lares receberam de sinais de TV, cópias autênticas, gravadas nos núcleos de recepção, como faremos para documentar a nossa história? Poderão os historiadores do futuro saber aquilo que a televisão veiculava ou não veiculava, assim como os historiadores de hoje podem saber o que os periódicos do passado publicavam ou deixavam de publicar? É paradoxal, mas, numa situação assim, a memória humana, falível, sujeia às intempéries insconscientes, readquire um valor que só encontra paralelo nas comunidades de tradições orais.” (Eugênio Bucci, em A História na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica, Videologias, pg 204 e 205)&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/78003423</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/78003423</guid><pubDate>Fri, 13 Feb 2009 08:45:42 -0400</pubDate></item><item><title>Sampler Jenkins 7</title><description>&lt;p&gt;“O que consolida uma inteligência coletiva não é a posse do conhecimento - que é relativamente estática -, mas o processo social de aquisição do conhecimento - que é dinâmico e participativo -, continuamente testando e reafirmando os laços sociais do grupo social”. (Cultura da Convergência, pg. 86)&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/77247050</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/77247050</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:41:46 -0400</pubDate></item><item><title>Sampler Jenkins 6</title><description>&lt;p&gt;“No futuro próximo, a convergência será uma espécie de gambiarra - uma amarração improvisada entre as diferentes tecnologias midiáticas - em vez de um sistema completamente integrado”. (Cultura da Convergência, pg. 43)&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/77246249</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/77246249</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:38:20 -0400</pubDate></item><item><title>Sampler Jenkins 5</title><description>&lt;p&gt;“Lembrem-se disto: a convergência refere-se a um processo, não a um ponto final. Não haverá caixa preta que controlará o fluxo midiático para dentro de nossas casas. Graças à proliferação de canais e à portabilidade das novas tecnologias de informática e telecomunicações, estamos entrando numa era em que haverá mídias em todos os lugares. A convergência não é algo que vai acontecer um dia, quando tivermos banda larga suficiente ou quando descobrirmos a confirguração correta dos aparelhos. Prontos ou não, já estamos vivendo uma cultura da convergência”. (Cultura da Convergência, pg. 41)&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/77240049</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/77240049</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:10:08 -0400</pubDate></item><item><title>Sampler Jenkins 4</title><description>&lt;p&gt;“Uma vez que um meio se estabelece, ao satisfazer alguma demanda humana essencial, ele continua a funcionar dentro de um sistema maior de opções de comunicação. Desde que o som gravado se tornou uma possibilidade, continuamos a desenvolver novos e aprimorados meios de gravação e reprodução do som. Palavras impressas não eliminaram as palavras faladas. O cinema não eliminou o teatro. A televisão não eliminou o rádio. Cada antigo meio foi forçado a conviver com os meios emergentes. É por isso que a convergência parece mais plausível como uma forma de entender os últimos dez anos de transformações dos meios de comunicação do que o velho paradigma da revolução digital”. (Cultura da Convergência, pg. 39)&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/77239352</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/77239352</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:07:12 -0400</pubDate></item><item><title>Sampler Jenkins 3</title><description>&lt;p&gt;“Como Pool (Ithiel Sola Pool, autor de Technologies os Freedom) previu, estamos numa era de transição midiática, marcada por decisões táticas e conseqüências inesperadas, sinais confusos e interesses conflitantes e, acima de tudo, direções imprecisas e resultados imprevisíveis”. (Cultura da Convergência, pg. 36)&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/77237976</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/77237976</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:00:53 -0400</pubDate></item><item><title>Sampler Jenkins 2</title><description>&lt;p&gt;“A convergência não ocorre por meio de aparelhos, por mais sofisticados que venham a ser. A convergência ocorre dentro dos cérebros de consumidores individuais e em suas interações sociais com outros. Cada um de nós constrói a própria mitologia pessoal, a partir de pedaços e fragmentos de informações extraídos do fluxo midiático e transformados em recursos através dos quais compreendemos a vida cotidiana”. (Cultura da Convergência, pg. 28)&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/77217659</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/77217659</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2009 13:27:00 -0400</pubDate></item><item><title>Sampler Jenkins 1</title><description>&lt;p&gt;A circulação de conteúdos - por meio de diferentes sistemas midiáticos, sistemas administrativos de mídias concorrentes e fronteiras nacionais - depende fortemente da participação ativa dos consumidores. Meu argumento aqui será contra a idéia de que a convergência dever ser compreendida principalmente como um processo tecnológico que une múltiplas funções dentro dos mesmos aparelhos. Em vez disso a convergência representa uma transformação cultural, à medida que consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdos midiáticos dispersos. Este livro é sobre o trabalho - e as brincadeiras - que os espectadores realizam no novo sistema de mídia”. (Cultura da Convergência, pg. 27 e 28)&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/77207395</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/77207395</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2009 12:44:01 -0400</pubDate></item><item><title>Google and the Anti-Obama Bloggers - Bits - Technology - New York Times Blog</title><description>&lt;a href="http://bits.blogs.nytimes.com/2008/06/30/google-and-the-anti-obama-bloggers/index.html?nl=pol&amp;emc=pola2"&gt;Google and the Anti-Obama Bloggers - Bits - Technology - New York Times Blog&lt;/a&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/40595132</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/40595132</guid><pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:29:23 -0300</pubDate></item><item><title>Sampler Negroponte 2</title><description>&lt;p&gt;“No mundo digital, o problema de volume versus profundidade desaparece, de modo que os leitores e autores podem mover-se com maior liberdade entre o geral e o específico. Na verdade, a idéia de “querer saber mais sobre o assunto” é parte integrante da multimídia, e está na base da hipermídia”, pag 65 e 66, de Vida Digital.&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/37412026</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/37412026</guid><pubDate>Fri, 06 Jun 2008 12:56:26 -0300</pubDate></item><item><title>Sampler Negroponte 1</title><description>&lt;p&gt;“De um ponto de vista histórico, o período de incubação de um novo veículo pode ser bastante longo. Levou vários anos para que as pessoas pensassem em movimentar uma câmera de cinema, em vez de simplesmente deixar que os atores se movimentassem à sua frente. Trinta e um anos foram necessários para que pensassem em colocar som nos filmes. Mais cedo ou mais tarde, dúzias de novas idéias surgiram para conferir ao cinema e ao vídeo um vocabulário  totalmente novo. O mesmo vai acontecer com a multimídia”. Nicholas Negroponte, Vida Digital, pg 61&lt;a href="http://www.andredeak.com.br/"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/37411623</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/37411623</guid><pubDate>Fri, 06 Jun 2008 12:53:00 -0300</pubDate></item><item><title>How journalists can master Twitter (blogger’s cut) « Online Journalism Blog</title><description>&lt;a href="http://onlinejournalismblog.com/2008/04/30/how-journalists-can-master-twitter/"&gt;How journalists can master Twitter (blogger’s cut) « Online Journalism Blog&lt;/a&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/34053092</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/34053092</guid><pubDate>Wed, 07 May 2008 19:44:38 -0300</pubDate></item><item><title>Matéria que está em destaque na home do Estadão.com</title><description>&lt;h3&gt;Como o presidente sempre diz, ‘nunca antes neste País…’&lt;/h3&gt;     &lt;p&gt;Emprego, renda, consumo, entre outros, vêm batendo recordes consecutivos e explicam popularidade de Lula&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac147614,0.htm"&gt;Leia tudo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/33354825</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/33354825</guid><pubDate>Wed, 30 Apr 2008 17:13:42 -0300</pubDate></item><item><title>Capa de hoje, 30 de abril, do Estadão. Repare bem. Repare bem </title><description>&lt;img src="http://9.media.tumblr.com/0lbxIyAlJ8fw5wnfSZDVBEHj_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Capa de hoje, 30 de abril, do Estadão. Repare bem. Repare bem &lt;/p&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/33354686</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/33354686</guid><pubDate>Wed, 30 Apr 2008 17:11:36 -0300</pubDate></item><item><title>Entrevista com Roger Black</title><description>&lt;a href="http://www.medialifemagazine.com/news2001/feb01/feb05/1_mon/news3monday.html"&gt;Entrevista com Roger Black&lt;/a&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/32186173</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/32186173</guid><pubDate>Fri, 18 Apr 2008 18:26:43 -0300</pubDate></item><item><title>Democracia Digital - Civic Commons no Ciberespaço</title><description>&lt;a href="http://www.citizensonline.org.uk/site/media/documents/925_Realising%20Democracy%20Online.pdf"&gt;Democracia Digital - Civic Commons no Ciberespaço&lt;/a&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/32072475</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/32072475</guid><pubDate>Thu, 17 Apr 2008 15:58:00 -0300</pubDate></item><item><title>Battle of the Bags: Paper vs. Plastic- msnbc.com - Reportagem da MSNBC</title><description>&lt;a href="http://www.msnbc.msn.com/id/23358591/"&gt;Battle of the Bags: Paper vs. Plastic- msnbc.com - Reportagem da MSNBC&lt;/a&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/31969722</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/31969722</guid><pubDate>Wed, 16 Apr 2008 16:31:55 -0300</pubDate></item><item><title>Arquitetura da Informação 3.0</title><description>&lt;a href="http://semanticstudios.com/ia3.pdf"&gt;Arquitetura da Informação 3.0&lt;/a&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/31968858</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/31968858</guid><pubDate>Wed, 16 Apr 2008 16:22:23 -0300</pubDate></item><item><title>As pequenas mudanças na home da BBC</title><description>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/blogs/theeditors/2008/03/refreshing_changes.html"&gt;As pequenas mudanças na home da BBC&lt;/a&gt;</description><link>http://savazoni.tumblr.com/post/31967602</link><guid>http://savazoni.tumblr.com/post/31967602</guid><pubDate>Wed, 16 Apr 2008 16:06:33 -0300</pubDate></item></channel></rss>
